Mostrar mensagens com a etiqueta Maria de Lurdes Cunha. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Maria de Lurdes Cunha. Mostrar todas as mensagens

sábado, 1 de fevereiro de 2020

DOCE ILUSÃO!


Imagem: Pinterest  


Doce ilusão!


No teu corpo me prendo sempre ao entardecer
Quando em desalento me sinto apenas a pensar
No teu espírito me apoio, de tanto assim querer,
Numa tarde de nuvens de cinza, te vou esperar

Arrefecem os sentidos mas aquecem as carícias
Dispo as doçuras da vida mas volta a timidez
No silêncio vazio, reduzido a nada, foi delícias,
Que jamais amor algum, sentiu assim uma vez.

Vesti-me e enfeitei de sonhos e linda poesia
Por ter sonhado tanto, ou assim ter já perdido,
A alma era muito grande, mas levou o coração,

Não tenho chão de terra, sinto a linda alegria
Quero ser louca, pois de modo algum consigo,
Amar com loucura, ainda que afunde a ilusão!

© Maria de Lurdes Cunha

sábado, 21 de dezembro de 2019

PALAVRAS À SOLTA!




Palavras à solta!


O que se escreve num livro afinal
Um número de algumas palavras
Respirar, uma saudade ou emoção,
Ou desejo, que mantemos sem final
Parte de mim saída do meu coração

No papel escrevo sempre meu amar 
Mas teimo amar, com amor de gente,
E do meu amor me sinto tão ausente

Meu corpo dormente olha para o céu
Despida de palavras ou de emoção
Mas quero-o assim, sempre meu Deus
Meu livro escrevo, palavras de paixão,
Uma história de poeta sem ter razão

Mas bem junto a uma fonte onde vejo
Para onde corre este rio da minha dor,
São pérolas, que vem de ti meu amor

E nas ondas a correr deste meu rio
Como devoro esta cruel solidão,
Enfrento a vida, esperança e desafio,
Mas sonho com o amor no coração!

© Maria de Lurdes Cunha

https://www.facebook.com/mlurdescunha

quarta-feira, 27 de março de 2019

LÍRIOS PARA TI


Imagem: F L E U R


Lírios Para Ti! 


(acróstico)



L - inda é esta flor
Í  - nfinitamente tão bela
R - azão de todo o meu ser
I  - nventei-te assim amor,
O - nde te visse como uma tela
S - em que me visses sofrer!

P - erdida na solidão
A - volta do meu mundo
R - esta-me o sol no coração,
A - garrei então este sentir profundo.

T - e venho oferecer esta branca flor,
I - nventa-me assim como ela meu amor!

© Maria de Lurdes Cunha

https://www.facebook.com/mlurdescunha

sexta-feira, 15 de março de 2019

ANOITECE!




Anoitece!


Anoitece na minha alma e na minha vida
Tantas as sombras junto mim que importa
Se vivo com meu sonho que me conforta,
Quantas mulheres vivem assim, sofrida

Não vejo o sol, quem seria que mo levou
Quem pisou as minhas rosas que plantei
Neste jardim da minha vida que inventei,
Quem levou meu coração, quem o roubou

Anoitece, logo no céu e apago as estrelas
Todas elas veem beijar-me com emoção,
No meu corpo, bem vibrante de paixão

A minha alegria vive assim, mas anoitece
Nesta minha boca espero, louco desejo,
Mendigo, na solidão o sonho do teu beijo!

© Maria de Lurdes Cunha

https://www.facebook.com/mlurdescunha

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

ÉS...!




És...!


És a vida que permanece em mim
És o sol que atiça o meu desejo
És a minha flor do meu jardim
És meu sonho, que sonha o beijo

És vida a quem tudo dou, pertenço
És a minha crença e a minha lua
És a minha estrela de amor intenso
És simplesmente a minha vida nua

És a noite que não durmo sem luar
És as voltas do desejo que vivo atroz
És suspiros no silêncio do meu amar

És eterna fonte que corre sem parar
És margem do meu rio sem ter foz
És canoa onde navego para desaguar

© Maria de Lurdes Cunha

https://www.facebook.com/mlurdescunha

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

LUA DE SANGUE!




Lua de Sangue!


Lua de sangue
Da cor da paixão
Troca a minha vida
E aquece o coração.
Lua de Sangue
No céu estará
Sempre protegida
Assim ficará.
Lua de sangue
Abre-me o coração
Ele está sem vida
Não me deixes, não!
Lua de sangue
Vida insatisfeita,
Cansada de procurar
Caminhada desfeita.
Lua de sangue
Acontece afinal,
Anoitece lentamente
E tu ficas especial…
Lua de sangue
Nem sempre há luar,
Vida que me foges
Sem me deixar amar!

© Maria de Lurdes Cunha

O SILÊNCIO DA SOLIDÃO!


Arte de Richard S Johson


O silêncio da solidão!


Neste meu mundo fechado que ocupa a minha vida
Quatro paredes cercam nesta solidão do meu mundo
Quero que apareças assim porque me sinto perdida,
Nesta pequenez e grandeza deste sentir tão profundo.

Este amor sincero que não deixa meu pensamento
Sozinha nesta vida tão ingrata que nem quer aceitar
Porque quero que me ouças e por ti só quero chamar,
És o meu sol, minha lua, tudo o que é meu momento.

Penso que longe a desolação é diferença no viver
Porque canta assim o vento senão o quero escutar,
Uma melodia tristonha que jamais quero lembrar

Na busca de ser quem sou perdi tudo o que era
Procuro sem saber se ainda me amas sem amor,
Dele estou a sofrer como, vulcão em seu calor!

© Maria de Lurdes Cunha

https://www.facebook.com/mlurdescunha

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

AMOR FIEL




Amor fiel


O dia nasceu assim
Chuvoso triste sem cor
Aumentou mais em mim.
A chama do meu amor

Impossível saber parar
Tanta e tão linda afeição
A força de tanto amar.
Que guarda no coração

É tão difícil contentar
Um coração a sofrer
Simplesmente por amar,
Apenas só quer viver.

Mas quando bate a emoção
E a vontade começa a querer
Sofre de novo o coração,
E começa de novo a sofrer!

Manda embora o desatino
E acredita na amizade
Nem sempre o triste destino
Te rouba a felicidade!

© Maria de Lurdes Cunha

terça-feira, 2 de outubro de 2018

CEREJAS DE LINDA COR!





Cerejas de linda cor!


Sou como as cerejas meu amor
Sedentas da tua boca
Cerejas vermelhas, são
Daquelas cujo sabor
Atiçam mais a paixão.
São aquelas que mais desejo
Na minha boca enxergar
Que provocam tanto calor
Mas tanto quero provar,
São lindas e tão especiais
Dessas nunca provei,
Mas imagino divino sabor.
Da loucura do amor,
Danço ao som da música
Ouço música tocar,
Nesta dança especial.
És onda que vem do mar
Cerejas de linda cor
De sabor tão divinal!

© Maria de Lurdes Cunha

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

INSTANTE NA VIDA!


Imagem: Pinterest.com 


Instante na Vida!


Acordei de manhã, sem planos, cantando a esperança
O meu pensamento me queria calma me aconselhava
Vegetei em instantes e horas bem vibrantes de criança,
Mas pensava em ti meu amor, porque muito feliz estava

Nesta viajem fictícia de dias, horas passadas e ansiava
Repensando talvez nesta vida um feliz amor profundo
Canto e danço ao sabor desta vida, angustiada, e amada,
E com minha alma dilacerada de instantes neste mundo.

Olho as horas os dias e espero em desmedida emoção
Meu remédio é o amor mas, estou dele assim distante,
Sinto-me tão vadia nesta noite deste amor caminhante

Que me interessam as horas os dias que vão passando
Se momentos da vida me refugio neste amor ofegante
Se a mulher que em mim existe, vive a vida por instante!

sábado, 21 de maio de 2016

CHORA COMIGO GUITARRA!


Chora comigo guitarra!


Se no trinar da minha guitarra
Pudesses perceber o que ela diz,
Entenderias, amor, e quanta garra
O coração que chora para ser feliz.

Se a guitarra com sua voz plangente
Com coração e alma nesse tom sofrido,
Choraria comigo esse toque comovente
E levarias as mágoas, que tenho vivido.

Guitarra, minha guitarra ,tua linda música
Tocada devagarinho e perto do coração,
As cordas mais rápidas tocaram esta canção.

Canção de tão lindo amor e de tanta garra
Abri e deixei falar o coração abertamente,
E de novo poder ouvir seu toque docemente!

Maria de Lurdes Cunha

domingo, 31 de agosto de 2014

É...


É...

Sabes, ou lá se sabes,
Pois então…
Também
Gostaria de saber,
Porque bate meu coração.
Como poderei então
Esquecer?
Esta tão linda paixão.
Nunca se sabe, quando chega
E se veio para ficar…
Ou quando se vai embora
Ainda que a nossa alma,
Chore e se canse de sofrer!
Mas é…
É a paixão, a alma e o desejo,
É a vida em plenitude,
É a saudade de um beijo,
É a nova vida a despoletar,
É a alegria para amar.
É o desejo a renovar,
É um reviver de novas cores,
É apreciar mais as flores,
É pensar em ti a qualquer hora,
É um renovar de valores,
É tudo o velho e vivido,
É tudo o que foi sofrido,
É o que se será esquecido.
É pegar e mandar embora!

© Maria de Lurdes Cunha